
Na noite de ontem foi a votação, e os deputados estaduais do Rio de Janeiro votaram aprovando o projeto de lei que classifica o funk carioca como movimento cultural.
Além disso foi revogada a lei que impunha condições para a realizações de festas e bailes funk’s no estado do Rio de Janeiro. O projeto de lei será enviado para sanção do governador Sérgio Cabral.
A resolução deste projeto era muito esperada por funkeiros, que estiveram presentes à frente da Assembléia Legislativa do Rio aguardando o resultado da votação dos deputados.
O sambista Neguinho da Beija-Flor, Ivo Meirelles, MC Júnior, DJ Marlboro e Rômulo Costa - fundou o Furacão 2000 - estavam presentes esperando para a resolução da votação.
MC Leonardo, que é presidente da ApaFunk, ficou muito feliz com o resultado e disse: “Agora vamos pedir que o dia 1º de setembro seja o Dia Nacional do Funk, que hoje foi apadrinhado pelo seu pai maior, que é o Estado”.
Então a partir de ontem, o Funk Carioca é um movimento cultural. Na foto DJ Malboro animando uma festa no Rio de Janeiro.
Fonte|UltimoSegundo
Foto|Jornale
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Você acha que é possivel dar ao funk um caráter pedagógico? A Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro acha que sim. E mais: a Alerj quer aprovar um projeto de lei que busca transformar o funk em movimento cultural de caráter popular.
A secretária estadual de educação Tereza Porto afirma que o governo pretende dar ao movimento um “caráter pedagógico” e levá-lo às escolas estaduais.
“O funk precisa deixar de ser visto como caso de polícia e essa lei confusa e contraditória que inviabiliza a realização dos bailes nas favelas precisa ser revogada. O funk tem a capacidade de se tornar um condutor da paz na cidade, e essa chance não pode ser desperdiçada”, afirmou o antropólogo Hermano Vianna.
O funk gera mensalmente R$ 10 milhões de reais, de acordo com uma pesquisa da FGV.
Fonte: iG
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